Thursday, May 24, 2018


Gente, ajuda ai, p. minha viagem aos estados unidos:



https://www.vakinha.com.br/usuario/1600668/vaquinhas

aloha....

pagina oficial do Passandu: https://www.facebook.com/Passandu-483131085434654/

Wednesday, May 2, 2018

O Blink 182 é uma banda pop-punk, formada por um trio de San Diego. Mark Hoppus é o baixista e vocalista, é também o mais assediado pelos fãs; Tom Delonge é o guitarrista e também faz vocais; Scott Raynor foi o primeiro baterista, que saiu para a entrada de Travis Barker, o atual. Mark e Scott se conheceram numa festa em uma certa noite e decidiram formar uma banda. A irmã de Mark ficou sabendo e apresentou aos dois um dos melhores amigos do namorado dela, Tom, que se juntou à banda e assim começaram a escrever músicas juntos. O nome original era Blink, mas logo teve que ser alterado devido à já existência de uma banda com esse nome, que é irlandesa e faz um som tecno. Então, eles apenas acrescentaram o "182" (que é o número de vezes que Al Pacino fala "Fuck" em Scarface ou também dizem que é uma honra a um filme de bombeiros, Turk 182, onde o irmão de um bombeiro pichava muros protestando pela não indenização de seu irmão, também bombeiro, que foi ferido durante um incêndio. Na verdade cada lugar diferente que eles vão, eles dão uma explicação nova.). A banda é muito conhecida por gostar de tirar a roupa (falam que nos shows eles fazem strip completo para as fãs, além aparecerem sempre como vieram ao mundo na maioria dos clipes) e pelas letras de músicas recheadas de assuntos adolescentes, como garotas, amigos, vida e diarréia crônica. Ela faz um som rápido e melódico, muito "alegre". O Blink 182 começou a gravar diversas demos e singles antes de lançar seu primeiro álbum, "Cheshire Cat", em 95 pela gravadora Grilled Cheese (uma subdivisão da Cargo Music). Após o lançamento desse álbum eles fizeram também diversas aparições em coletâneas e participaram da Warped Tour. Em 96 já acabaram assinando com uma gravadora maior, a MCA records, pela qual lançaram nesse mesmo ano seu segundo álbum: "Dude Ranch". A partir daí começaram a ficar famosos devido ao sucesso de um video-clipe desse álbum na MTV, o da música "Dammit", e do novo single "Josie". Foi nessa época que Scott, o baterista da primeira formação da banda, acabou saindo, dando lugar a Travis Barker, que tocava com os Aquabats até entrar para o Blink. Eles chegaram a entrar em turnê com grandes nomes da cena punk/hardcore, como Pennywise e NOFX. Marcaram presença em muitos festivais de surf, skate e snowboarding, como no MTV's Sports and Music Festival. Após "Dude Ranch" eles acabaram lançando mais um álbum, que na verdade é uma coletânea das primeiras gravações deles em estúdios pequenos, que acabou saindo com o nome de "Buddha". Em 99 saiu o bem-sucedido álbum deles, "Enema Of The State", que logo já estreou na parada da Billboard entre os 10 mais da semana. "What's My Age Again?", o primeiro hit do álbum já entrava em diversas paradas musicais do mundo inteiro, e seu clipe, em que os integrantes da banda aparecem quase totalmente pelados e tatuados, fez muito sucesso na MTV norte-americana. O novo clipe dos caras, "All The Small Things" também usa o humor como fórmula, eles fazem uma paródia de clipes como os dos Backstreet Boys e da Britney Spears. Sobre "Enema Of The State", eles acham que é o melhor álbum feito por eles, o mais maduro também, que chega a tratar de assuntos mais sérios, como o suicídio de adolescentes, retratado em "Adam's Song". Como recompensa pelo trabalho duro, o primeiro disco conseguiu fazer um grande sucesso na Austrália e o segundo, ganhou disco de ouro no Canadá e nos Estados Unidos. A banda ignorou uma proposta da Playboy americana de fotografar suas assistentes peladas e depois que Howard Stern disse isso pela rádio, a mesma revista disse que não sabe nada do assunto, que nunca fizeram esta proposta. Resumindo e sem muitas explicações, esta é a história de Blink 182, uma banda de San Diego, CA, formada por Mark Hoppus (baixista e vocalista), Tom Delonge (guitarrista e vocalista) e Travis Barker (baterista). Três garotos que se transformaram em uma das bandas indispensáveis do nosso dia a dia. Eles já gravaram músicas para as trilhas sonoras de South Park, Can't Hardly Wait e inclusive interpretaram uma cena do filme American Pie onde eles faziam o papel deles mesmos. Estes três garotos, que vivem aparecendo na MTV correndo pelados pelas ruas de San Diego, deixam entrar no camarim todos os fãs que os deixam meter a tesoura no seu cabelo e dizem que a verdadeira essência do punk é atormentar as pessoas. E é exatamente isso que eles fazem. Onze anos depois de agitar milhões de adolescentes ao redor do mundo, o trio resolveu, como eles mesmo disseram: "Vamos poder passar mais tempo aproveitando os frutos de seu trabalho, ao lado de seus entes queridos". Cada um seguiu o seu caminho, Mark e Travis montaram a banda +44, já Tom criou o Angels & Airwaves. No dia 8 de fevereiro de 2009, na cerimônia do Grammy, os fãs receberam a notícia que o Blink-182 retornaria aos palcos. O novo álbum deve ser lançado em 2011.

by Lynda lovato....

aloha....
Natalie Jane Imbruglia, mais conhecida como: Natalie Imbruglia, nasceu no dia 2 de abril de 1975. Filha do executivo de um restaurante de fast-food da região com uma professora, Natalie morou em New South Wales até os 13 anos.
Foi nessa época que a australiana descobriu que não tinha muito talento para dançar e mudou-se para Sidney, onde começou a investir em sua carreira de modelo. Atitude esta que deu muito certo, pois logo em seguida Natalie já participava de comerciais da Coca-Cola e tornou-se a garota-propaganda da L´Oreal, permanecendo como modelo até hoje em alguns produtos como o rímel e produtos da Skincare.
Nos anos de 93 e 94, ela ficou famosa na Austrália por atuar como atriz na novela "Neighbours" - em que atuou até a segunda temporada. Cansada da rotina e do trabalho, Natalie decidiu investir em sua carreira musical e mudou-se para Londres. E, finalmente, em 1996, a australiana assinou contrato com a gravadora de seu primeiro álbum.
No ano seguinte, "Torn" - seu single de estreia - estourou na paradas dos EUA e Europa. Mas o tão aguardado 'Left of the middle', só chegou às lojas em 1998. Depois do sucesso repentino de "Torn", a pressão e a grande expectativa por um novo trabalho da cantora aumentavam a cada dia e, somente no final de 2001, 'White lilies island' foi lançado e mais uma vez contou com sucessos como: "That Day" e "Wrong Impression".
Em abril de 2005, ela lançou o álbum 'Counting down the days'. Como a carreira musical ia bem, Natalie resolveu relembrar os tempos de atriz e, em 2003, ela atuou na comédia britânica "Johnny English". A experiência foi tão boa que a cantora decidiu retornar às telonas e foi a protagonista do filme "Elise" - baseado no romance "Closed Window", da escritora australiana Georgia Blain.
Natalie também lançou a coletânea "Glorious: The Singles 1997-2007" - que terá em seu repertório duas faixas inéditas. Durante o segundo semestre de 2010, Natalie participou como jurada da versão australiana do programa X Factor. A participação rendeu uma aparição na versão britânica do programa.

aloha....

Tuesday, May 1, 2018






Lynda Lovato cpmpius a musica guri gaucho, para seu melhor amigo e produtor  Matheus rodriguez:



I just composed your music, guri gaucho:

a lot of people doubt who you are,
went through many fights,
but always with simplicity,
de quej e tu
like open heart,
And wherever you are,
  have your affection to everyone who knows you,
and beware of the false,
and year stands back,
and az all to learn to fly.

aloha
acabei de compor a sua musica, guri gaucho:

muita gente duvida quem voce ,
passou por muitas lutas, 
mas sempre com a simplicidade , 
de que e tu e.
como coração aberto, 
e ha onde voce estiver ,
 tenha o seu carinho a todos que te conhece, 
e cuidado com os falsos, 
e ano fica para atras, 
e az todos a aprender a voar.

aloha....


02 may, 2018, 0018 am,

Lynda Lovato compus a música: Seja para a cantora diva mulher Demi lovato, Exclusivo:


musica: be strong.

I did not want to talk about life for a while
Like an escape, an ill-fated escape.
But nothing was solved
Until I assume
Know what you want and what you came here to do
I did not want to move
But this distance made me want to go back
Back to child
Maybe you do not even know
But what did you do to me?
It helped me to be better only today I see this
It made me love you like you,
I know a lot of people doubted you, but at least be strong.

I love you.....

seja forte.

iFiquei um tempo sem querer falar da vida
Tipo uma fuga, uma fuga mal resolvida
Mas nada se resolveu
Até não assumir
Saber o que quer e o que veio fazer aqui
Não quis me afastar
Mas essa distância me fez querer voltar
Voltar a ser criança
Talvez você nem saiba
Mas o que fez comigo
Me ajudou a ser melhor só eu hoje eu vejo isso
isso me fez a te amar como voce,
sei que muita gente duvidou de voce, mas enfim seja forte.

te amo.....

by Lynda Lovato.

aloha....



Snowball: An avalanche of faith


Deconstructing conventions, the Snowball Church shows young people a new way to praise God.





Headquarters of the Snowball in Aracaju. (Photo: Flora Fonsêca)


At the door, a bearded, tattooed boy with shaggy hair dances to the sound of hymns of praise. Speaking, a young woman is dressed in overalls, while another gives her testimony displaying nails painted in lime green. "Glory to God! Tamo together, go! "Exclaims a boy, greeting his friend with a frank smile and a touch of hands. This is the Snowball, which appears against what is commonly thought about the evangelical churches.


Born in 1999, the Neopentecostal Snowball Church - or Snowball Church, as it became known - came about through the idea of ​​Pastor Rinaldo Pereira (Apostle Rina). His goal was to create a different church that attracted young people by preaching the word of God through accessible language, common to their daily lives. In fact, the proposal worked out: Snowball brings together alternative-style people, college students, radical sports people, artists, and even "normal" people. The preaching of informal and unusual style, reggae and rock hymns and the pulpit - its trademark - made the church spread to 14 Brazilian states as well as 10 other countries.


Between December 6 and 12, in São Paulo, faithful from all over Brazil gather at the Annual Snowball 2010 Prophetic Conference. The event arrives with news, allowing the interaction not only of those who go to the place as through the portal Snowball Church (http://www.boladenevechurch.com.br/).


Here in the state Snowball arrived less than two years ago, conquering more and more followers. Among them, 27-year-old Danielle Vidal, wife of the preacher Saulo Vidal, followed the path of the Ball in Aracaju since when there was still no fixed headquarters. Receptive, Danielle tells us her story inside the church in Curitiba, how she came to live in Sergipe, the process of setting up the church in Aracaju, and why Snowball attracts so many followers.



Bola de Neve: Uma avalanche de fé

Posted in Religião by micheletavares on 13/12/2010
Desconstruindo convenções, a igreja Bola de Neve Church  mostra aos jovens uma nova forma de louvar a Deus.
Por Nayara Arêdes
Sede da Bola de Neve em Aracaju. (Foto: Flora Fonsêca)
Na porta, um rapaz barbudo, de tatuagem e cabelos desgrenhados dança ao som de hinos de louvor. Falante, uma jovem circula vestida de macacão, enquanto outra dá seu testemunho exibindo unhas pintadas em verde-limão. “Glória a Deus! Tamo junto, véi!”, exclama um garoto, cumprimentando seu amigo com um sorriso franco e um toque de mãos. Esta é a Bola de Neve, que surge na contramão do que se costuma pensar a respeito das igrejas evangélicas.
Nascida em 1999, a Igreja Neopentecostal Bola de Neve – ou Bola de Neve Church, como se tornou conhecida – surgiu através da ideia do pastor Rinaldo Pereira (Apóstolo Rina). Seu objetivo era criar uma igreja diferente, que atraísse os jovens pregando a palavra de Deus por meio de uma linguagem acessível, comum ao seu cotidiano. De fato, a proposta deu certo: a Bola de Neve reúne pessoas de estilo alternativo, universitários, praticantes de esportes radicais, artistas, e até mesmo gente “normal”. As pregações de estilo informal e inusitado, os hinos ao som de reggae e rock, e o púlpito em forma de prancha – sua marca registrada – fizeram a igreja se espalhar por 14 estados brasileiros, além de outros 10 países.
Entre os dias 6 e 12 de dezembro, em São Paulo, os fiéis de todo o Brasil se reúnem na Conferência Profética Anual Bola de Neve 2010. O evento chega com novidades, permitindo a interação não só de quem vai ao local como através do portal Bola de Neve Church (http://www.boladenevechurch.com.br/).
Aqui no estado a Bola de Neve chegou há menos de dois anos, conquistando cada vez mais seguidores. Dentre eles, a paranaense Danielle Vidal, de 27 anos, esposa do pregador Saulo Vidal, acompanhou a trajetória da Bola em Aracaju desde quando não havia ainda uma sede fixa. Receptiva, Danielle nos conta sua história dentro da igreja em Curitiba, como veio morar em Sergipe, o processo de implantação da igreja em Aracaju e por que a Bola de Neve atrai tantos seguidores.
Em Pauta UFS -Como você chegou a Bola de Neve? Conte um pouco de sua trajetória.
Danielle Vidal e seu marido, o pregador Saulo Vidal. (Foto: Nayara Arêdes)
Danielle Vidal – Meus pais são católicos, e por isso eu freqüentava a igreja católica às vezes, mas nunca me envolvi muito. Então eu me tornei evangélica e me converti na mesma igreja lá de Curitiba onde meu marido também se converteu. Ele já tinha ouvido falar na Bola de Neve e tinha se identificado. Eu achava meio estranho no começo também… “Bola de Neve?”. Mas nós passamos a freqüentar, e escutamos o chamado dizendo que ali era o nosso lugar. Então fizemos cursos, estudamos, nos preparamos. Esse ano a gente a gente foi chamado pra ajudar na obra em algum lugar, mas a gente não sabia aonde ainda. Olhamos no site algum lugar que tivesse a Bola, e quando a gente viu que em Aracaju tinha, Deus providenciou e nós já ligamos pra cá: “olha, a gente tá chegando!”.  E agora estamos aqui.
EPUFS – Como ocorreu a implantação da Bola de Neve em Aracaju?
DV – Aqui em Aracaju a Bola chegou há um ano e meio, em março de 2009. A sede de Salvador recebeu vários e-mails daqui de Aracaju solicitando a implantação de uma célula. Designaram então um irmão para vir de lá e atender a esse pedido, que vinha aqui de quinze em quinze dias. Era um grupo pequeno, um casal que recebia o enviado de Salvador e mais o jovem que mandou os emails. Eles se reuniam no Parque da Sementeira, com violões e a Palavra. Daí se fixou a célula, que cresceu e agregou mais gente até se transformar o que é hoje.
EPUFS – Além dos cultos, há outras atividades que vocês realizam?
DV – Tem o “Mergulhando na Palavra” nas terças, quando a gente se reúne e estuda a Bíblia mais a fundo; a Reunião de Interseção onde a gente ora por quem está precisando; e aos sábados, junto com a galera de outras igrejas, é o Louvor, que acontece lá na orla. A gente se reúne a partir das 21h nos laguinhos, perto do Oceanário, senta na grama, toca violão e adora ao Senhor. E os cultos, claro, são todos os domingos às 19h.
EPUFS – Nesta semana está sendo realizada a Conferência Profética da Bola de Neve, que acontece anualmente e reúne as igrejas Bola de todo o país. Qual a dinâmica do evento e o que ele traz de diferente este ano?
DV – A Conferência Profética começou no dia seis de dezembro e está ocorrendo na sede da Bola, em São Paulo. Ela acontece todos os anos, em dezembro, e várias pessoas de todo o Brasil, tanto pastores quanto quem mais quiser ir, vão pra lá louvar e participar das pregações. A primeira novidade é o número de dias: ano passado foram quatro; esse ano, seis. E nós aqui temos acompanhado os cultos pela internet, que estão sendo transmitidos em tempo real e também através da Bola Rádio, no site. Além disso, a divulgação está sendo feita nas redes sociais e por boletins on-line e álbuns de fotos após cada ministração.
EPUFS – Qual o diferencial que a Bola de Neve apresenta em relação a outras igrejas?
DV – Acredito que seja o fato de resgatar todas as tribos. A gente costuma dizer que a Bola recebe o que todo mundo rejeita. Aqui chega de tudo: skatistas, surfistas, prostitutas, pessoas que usam drogas, gente com dread, alargador, moicano, tatuagem… Só que Deus está além disso, Ele olha o nosso coração. Tem muitas pessoas por aí que são novas por fora e velhas por dentro, mas o que importa é ser verdadeiramente jovem no interior. A gente não olha a aparência, não julga. Claro que tem que ter um bom senso, mas a gente tem que pensar mesmo é nas atitudes. A parte social também ajuda muito, esse trabalho que a Bola desenvolve de renovar quem precisa. E quem chega é sempre bem-vindo. O legal é que aqui todo mundo se encontra: eu e o Saulo viemos do Paraná, tem a família que veio do Rio, tem uma menina ali também do Mato Grosso… E a gente forma uma família mesmo.
EPUFS – Antes de se estabilizar na atual sede, as atividades da Bola foram passando por vários locais, incluindo casas, o Parque da Sementeira e o Oceanário. Conte um pouco sobre esta trajetória.
DV – A gente começou com as células, cada hora na casa de alguém diferente. E como chegava mais gente a cada momento, ficou a necessidade de encontrar um espaço fixo mesmo, onde coubesse todo mundo e a gente pudesse se reunir tranquilamente. Então começamos a procurar algum local pra alugar, e achamos o lugar onde estamos agora – Rua Frei Paulo, número 118, Bairro São José –, bem aconchegante e arrumadinho. Tem dia que nem cabe todo mundo aqui dentro, e a gente espera que possa crescer ainda mais.
EPUFS – A Bola de Neve, pelo fato de ter uma implantação recente em Aracaju, ainda não possui um pastor fixo. Como vocês tem lidado com esta dificuldade?
DV – O pastor responsável por Aracaju mora em Itacaré, na Bahia. Ele vem até aqui uma vez por mês, e dá todo o nosso direcionamento.  Quando ele está aqui a gente até aproveita e celebra a Santa Ceia, a igreja fica tão lotada que a comida tem que ser servida do lado de fora. Quando ele não está, o Saulo é quem faz a pregação. Mas a previsão é de que ano que vem o pastor venha morar aqui em Aracaju e assumir de fato a Bola.
EPUFS – Pelo seu caráter diferenciado, a Bola de Neve tem atraído muitos seguidores desde seu nascimento até hoje, ampliando-se até mesmo para lugares como Hawaii, Austrália, Peru, Rússia e Índia. Você acredita que falta algo às outras igrejas para que elas sejam tão efetivas em sua missão de atrair seguidores quanto a Bola de Neve?
DV – Não falta nada às outras igrejas, só que cada uma tem uma proposta diferente. É verdade que quando alguém compara a Bola com uma igreja tradicional acaba estranhando, mas cada um sabe o que lhe atrai e tem seu próprio estilo. É uma questão de se identificar. E eu acredito que é sempre crescimento, cada igreja tem uma coisa diferente a acrescentar. Cada um é um corpo de Cristo, independente de igreja ou de qualquer coisa.
EPUFS – O grupo que freqüenta a Bola de Neve é, em sua maioria, formado por jovens. Como se dá esta relação com os jovens de modo a guiá-los para seguir uma vida reta e, ao mesmo tempo, aproveitar as coisas próprias desta fase?
DV – A gente tenta mostrar que dá pra viver bem e se divertir seguindo a Palavra. Nos dias de louvor, por exemplo, um monte de jovens se reúne e fica até tarde se divertindo e adorando ao Senhor sem precisar beber, se drogar ou beijar quem ver pela frente. E é tão bom que um amigo vai chamando outro, os curiosos vão chegando… Não é necessário deixar de viver nada, mas você tem que saber como viver.
EPUFS – Qual o perfil das pessoas que chegam até a Bola de Neve?
DV – É bem misto. Tem muitos jovens, mas também quem tem cabelos brancos. Muita gente chega por curiosidade, por que o amigo convidou… E acaba gostando e ficando. Ao contrário do que todo mundo pensa, a maioria aqui nem pratica esporte radical. Tem gente que procura por que precisa se recuperar, e tem até casos como o de uma menina que chegou aqui pensando que Bola de Neve era uma banda. É interessante como todo mundo já ouviu falar na Bola de Neve de alguma forma… Chega de tudo, e com toda certeza será bem recebido.
EPUFS – A Bola de Neve, pelo fato de ter uma proposta diferente do convencional, atrai os mais diversos tipos de comentários – desde quem acredita que a Bola mudou sua vida até aqueles que a julgam como uma igreja em que só existem marginais. Em algum momento vocês já sofreram algum tipo de rotulação ou preconceito?
DV – O rótulo é bem forte. As pessoas costumam achar que a Bola só tem surfista e skatista, até por que aqueles que fazem as pregações, como meu marido e o próprio apóstolo Rina, surfam ou estão ligados a algum desses esportes. Mas não é bem assim, quando passam a vir aqui é que percebem. E preconceito sempre tem, mas a gente supera por que sabe o que procura, sabe buscar a Deus.
EPUFS – O modo de ser evangélico, por seu caráter tão peculiar, sempre atraiu imitações e comentários maliciosos a seu respeito, utilizando-se de um humor escrachado. Como vocês lidam com esse tipo de paródia?
DV – Antigamente já foi bem pior, mas hoje em dia há mais respeito, cada um na sua. Uma questão de respeito mútuo, na verdade. Até acontece de haver piadas, mas quem precisa de apoio vem procurar justamente na igreja. Eu mesma não guardo rancor nem mágoas. Pelo contrário, procuro orar pela vida deles e bola pra frente.
EPUFS – Atualmente, muitos jovens tem adentrado o caminho das drogas, da criminalidade e da promiscuidade. Você acredita que a igreja é capaz de mudá-los?
DV – Com certeza. Aqui em Aracaju ainda não tem, mas lá onde a gente morava antes, em Curitiba, existe uma divisão da Bola chamada “Nova Vida” (NV). No NV a gente trabalha com pessoas que querem e precisam se libertar do vício, e damos todo o apoio que eles precisam. Cada um dá seu testemunho, como se fosse uma espécie de Alcoólicos Anônimos (AA) mesmo. E isso ajuda a pessoa a se recuperar, a resgatar valores.
EPUFS – Ouve-se bastante dizer que “ser crente é ser chato”, e de que a vida de quem decide seguir a religião evangélica envolve grandes sacrifícios e provações. Como vocês lidam com isso?
DV – Particularmente, eu nunca tive problemas. A gente não se priva de nada, fazemos tudo só que de acordo com o que Deus indicou. Seguimos o que está na Bíblia, construímos uma casa e uma família sólida. São muitas as pessoas que criticam, mas quando o bicho pega é na igreja que eles vão procurar conforto e apoio. E quando chegam lá sentem uma grande diferença. Problema todo mundo tem, mas Deus está a frente de tudo e providencia.


by Lynda Lovato....

aloha....