Entrevista Exclusiva comigo com o Papa Francisco nos corretores do governo do Rio de Janeiro, ontem, apos a missa, ne:
Rivalidade entre Brasil e Argentina
“O povo brasileiro tem um grande coração. Quanto à rivalidade, creio
que já está totalmente superada. Porque negociamos bem: o Papa é
argentino e Deus é brasileiro.”
Pobreza x ostentação
“Penso que temos que dar testemunho de uma certa simplicidade - eu
diria, inclusive, de pobreza. O povo sente seu coração magoado quando
nós, as pessoas consagradas, são apegadas a dinheiro.”
Perda de fiéis
“Não saberia explicar esse fenômeno. Vou levantar uma hipótese. Pra mim
é fundamental a proximidade da Igreja. Porque a Igreja é mãe, e nem
você nem eu conhecemos uma mãe por correspondência. A mãe... dá carinho,
toca, beija, ama. Quando a Igreja, ocupada com mil coisas, se descuida
dessa proximidade, se descuida disso e só se comunica com documentos, é
como uma mãe que se comunica com seu filho por carta. Não sei se foi
isso o que aconteceu no Brasil. Não sei, mas sei que em alguns lugares
da Argentina que conheço isso aconteceu.”
Escândalos no Vaticano
“Agora mesmo, temos um escândalo de transferência de 10 ou 20 milhões
de dólares de monsenhor. Belo favor faz esse senhor à Igreja, não é? Mas
é preciso reconhecer que ele agiu mal, e a Igreja tem que dar a ele a
punição que merece, pois agiu mal. No momento do conclave, antes temos o
que chamamos congregações gerais - uma semana de reuniões dos cardeais.
Naquela ocasião, falamos claramente dos problemas. Falamos de tudo.
Porque estávamos sozinhos, e para saber qual era a realidade e traçar o
perfil do novo Papa. E dali saíram problemas sérios, derivados em parte
de tudo o que vocês conhecem: do Vatileaks e assim por diante. Havia
problemas de escândalos. Mas também havia os santos. Esses homens que
deram sua vida para trabalhar pela Igreja de maneira silenciosa no
Conselho Apostólico.”
Os jovens
“Com toda a franqueza lhe digo: não sei bem por que os jovens estão
protestando. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto: um jovem que não
protesta não me agrada. Porque o jovem tem a ilusão da utopia, e a
utopia não é sempre ruim. A utopia é respirar e olhar adiante. O jovem é
mais espontâneo, não tem tanta experiência de vida, é verdade. Mas às
vezes a experiência nos freia. E ele tem mais energia para defender suas
ideias. O jovem é essencialmente um inconformista. E isso é muito
lindo! É preciso ouvir os jovens, dar-lhes lugares para se expressar, e
cuidar para que não sejam manipulados.”
My responde: Obas, é foi super fofo: me abençou di novo e convitou eu pra roma, e subiu no my skate, huuu e disee e nos no Pânico na Band, obas,
aloha....
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