since I was 12 years old, I was a program girl, 2 months ago, I was in this life,
because I was trafficking women all over the world, that's not life, but anyway, I quit,
I gave back all the money I had today , to nothing,
in my accounts, and tells me that I had the stander,
it's over, but finally, now I'm free.
O
tráfico de seres humanos em geral, e de mulheres em particular, vem
suscitando um interesse crescente por parte dos Estados, das instâncias
internacionais, das organizações não‑governamentais, dos meios de
comunicação social e, também, por parte da academia. A maior
visibilidade conferida a este fenómeno tem‑se traduzido, a nível
nacional e internacional, em políticas de combate e prevenção cuja
eficácia é discutível. Para tal contribui não apenas um desconhecimento
das especificidades que o tráfico de mulheres assume, como também
objectivos outros que podem estar na base da construção de tais
políticas e que dificilmente vão ao encontro daquilo que são as
subjectividades e expectativas das mulheres traficadas. Neste artigo
reflectimos sobre algumas das questões emergentes e ausentes no
enquadramento legal do tráfico sexual de mulheres, recorrendo à
realidade empírica do tráfico sexual em Portugal analisada no estudo Tráfico de mulheres em Portugal para fins de exploração sexual.
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Palavras-chave :
crime organizado, direitos da mulher, estudos sobre a mulher, feminismo, indústria do sexo, prostituição, tráfico de mulheres, tráfico de pessoas, violação dos direitos humanosKeywords :
organized crime, women’s rights, women’s studies, feminism, sex industry, prostitution, trafficking of women, trafficking of people, human rights violationMots-clés :
crime organisé, droits de la femme, études sur les femmes, féminisme, industrie du sexe, prostitution, trafic de femmes, trafic de personnes, violation des droits humains

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